Há pouco mais de uma semana, encontro-me tecnicamente desempregado – mais sobre isso em breve. Enquanto toco alguns frilas na base do home office e troco o dia pela noite, passando madrugadas em claro enquanto Mirella dorme, acabei retomando o costume de assistir a filmes e séries no computador.

Então, enquanto não escrevo sobre minhas novas aventuras e desventuras profissionais, achei que uma boa maneira de encher um pouco de linguiça por aqui e atualizar o pobre blog abandonado desde Julho era fazer breves comentários sobre os vários filmes a que assisti nas últimas semanas.

O estilo é meio roubado do Fanti, embora duvido que eu chegue perto da qualidade dele para isso. Nem todos são filmes – um é uma série de TV -, nem todos foram vistos no computador – um vi na TV e outro fui ao cinema assistir, com Mirella. Mas é isso, quem sabe sirva pr’alguma coisa, pr’alguém.

We Are Marshall

We Are Marshall: típico melodrama americano baseado em uma história real. Sabemos tudo que vai acontecer antes mesmo dos créditos e, ainda assim, é bom de assistir. E o fato de envolver esporte não atrapalha em nada. 7/10

The Boat that Rocked

The Boat That Rocked: uma desculpa para passar 2 horas assistindo a ótimos atores – especialmente Bill Nighy, que está fantástico – embalados pelo melhor da música dos anos 60 e, nitidamente, se divertindo muito. Duvido que alguém dê falta de um roteiro. 8/10

The Da Vinci Code

Da Vinci Code: no cinema, teorias da conspiração são sempre divertidas. Mas confesso que o terceiro ato é meio James Bond demais pro meu gosto. 6/10

Antichrist

Antichrist: pior. filme. da. história. Sério, tirou o lugar de “Cara, Cadê Meu Carro”. Faz o resto da obra do Von Trier parecer uma obra-prima, com o detalhe que abomino tudo a que já assisti dele. -1/10

The Hangover

The Hangover: o Judd Apatow que me desculpe, mas essa é a melhor comédia escrachada já produzida pelo revival oitentista do gênero. Debra Neil-Fisher, responsável pela montagem do filme, merece um Oscar. 9/10

Ghosts of Girlfriends Past

Ghosts of Girlfriends Past: uma comédia romântica um pouco mais honesta que a média, já que entrega o interesse dos personagens principais já nos primeiros 20 minutos de filme. Porém, exceto por uma cena envolvendo um carro antigo e “Burning Love”, não tem muita coisa que se aproveite. 3/10

 Adventureland

Adventureland: fim do colégio, jovens virando adultos, um adolescente estabanado descobrindo o verdadeiro amor. Uma fórmula infalível, para mim. Porém, mesmo dentre os filmes de “coming of age“, esse é um dos meus preferidos. Inclusive, é um dos melhores filmes a que assisti em muito tempo. A trilha sonora, aos cuidados do pessoal do Yo La Tengo, é absolutamente impecável, e quem não terminar o filme levemente apaixonado pela Kristen Stewart é porque não tem coração. 10/10

Twilight

Twilight: minha curiosidade tinha sido despertada depois de assistir ao trailer de New Moon, quando fui ver The Hangover. Juntando isso ao crush pela Kristen Stewart por causa de Adventureland, acabei me rendendo. No entanto, a história é realmente boba e, pior, as atuações deixam bastante a desejar – é curioso que seja tão dificíl acreditar no casal na tela, sendo que acabaram virando um casal na vida real. Mas a continuação ainda me parece interessante. 6/10

Stargate Universe

Stargate Universe: o primeiro Stargate sério e com bom orçamento começou bem mas, já em seu quarto episódio, tá começando a cansar. Espero que passem logo da fase “descoberta” e surpresas com a nave, bem como que o personagem de Robert Carlyle deixe de ser tão caricato. Ainda tenho esperanças de que pesem menos a mão nos próximos capítulos. 6/10

goodbye by paulobro

Não fosse lembrado por um e-mail do meu pai, teria passado em branco, mas o fato é que, no último dia 14, completei um ano como morador de São Paulo. No dia 19, aparecia o primeiro post por aqui.

Sendo este um blog cuja principal função é atualizar os que ficaram distantes sobre o cotidiano paulistano, pareceu que este seria um momento protocolar de fazer algumas considerações sobre a experiência, até agora.

A CIDADE
Demorou para sentir-me um morador de São Paulo. Não consigo citar um momento específico, mas posso garantir que não foi antes de mudar de emprego e de casa que me livrei daquela sensação de estar viajando a trabalho, podendo voltar pra casa a qualquer momento.

Hoje, no entanto, não me imagino morando em outro lugar do Brasil. Pensar num futuro profissional aqui é pensar em fazer coisas diferentes, em um monte de gente fazendo coisas legais, experimentando e descobrindo oportunidades. E é algo que, sinceramente, nenhuma outra cidade me passa – especialmente não Porto Alegre, onde parece que qualquer mercado é dominado por uma ou duas grandes empresas, com pouco ou nenhum incentivo para inovar.

Por outro lado, morar em São Paulo é abrir mão de algumas coisas importantes, o que me faz achar que meus dias por aqui estão contados. É uma cidade barulhenta, poluída e com gente demais. Mesmo que tivesse dinheiro para, por exemplo, morar em uma casa em um bairro mais afastado e sereno, não teria como fugir de um trânsito infernal diariamente.

Mas, por ora, os prós são muito superiores aos contras.

A VIDA
A vida segue interessante, por assim dizer. Ainda há muito por arrumar, muito por se ajeitar. A mudança ainda não foi totalmente resolvida, as finanças ainda não foram normalizadas depois da chegada da Mirella, e uma série de frilas impede que tenhamos o tempo e a calma necessários para tentar botar ordem nas coisas.

Porém, como diria o pai do Calvin, tudo isso ajuda a construir caráter. É bom sentir-se fora da zona de conforto, ainda mais se coisas boas aparecem no horizonte. E o que mais importa, que é a vida em casal, vai muito bem, obrigado.

ENFIM
O resumo da ópera, então, é que tudo vai bem, e que morar em São Paulo está sendo uma ótima experiência. Aos que quiserem ver ao vivo, a casa é pequena mas há um colchão para receber as visitas. Só não pode reclamar da bagunça.

E que venha mais um ano. Quem sabe, com posts mais frequentes.

Como havia dito quando do post sobre a chegada da Mirella, esperava-se pra dali alguns dias a chegada da mudança e seus subsequentes efeitos positivos, como o de passar a ter panelas em casa. No entanto, entre uma casa que nem cama tinha para um verdadeiro lar, há que se passar por um processo de bagunça e sujeira que parece que nunca irá acabar.

Antes e durante: cozinha

Primeiro, claro, houve pelo menos uma semana de tensão e enrolação entre a data que a Giulian Mudanças prometeu que a mudança chegaria e essa efetivamente aparecer por aqui. Mas, como a espera total foi de menos de 10 dias e tudo chegou no mesmo estado em que deixou Porto Alegre, consideramos que esta parte do processo foi um sucesso total, visto as histórias de horror por que muita gente acaba passando.

Antes e durante: sala

Duas semanas depois, quase tudo já está esvaziado. Como previsto originalmente, foi preciso um pouco de improvisação para encontrar espaço para tanta roupa e sapato. Também, como comentei no Twitter, fiquei realmente impressionado com a quantidade de copos que não parava de surgir das mais variadas caixas. E agora é a NET que, como previsto, está nos enrolando na transferência do serviço de POA pra cá – um pouco, verdade, por culpa da Mirella que acabou trazendo o modem para cá, ao invés de deixá-lo para ser entregue com o decodificador, em seu apartamento antigo.

Enfim, tudo dentro do esperado. Novidades virão conforme o desenrolar dos dias.

Oi, meu nome é Solon. Formado em jornalismo, por questões de afinidades e oportunidades, acabei indo trabalhar com publicidade, mais especificamente planejamento. Depois de uns frilas eventuais, entrei para a LiveAD, onde trabalhei com pessoas fantásticas, e clientes do porte de Nike, Google, Fox Films, Globo e Oi.

No começo deste ano, me mudei da LiveAD para a CUBOCC, onde continuo trabalhando com planejamento, com foco em mídias sociais. Além de trabalhar em uma agência que figura entre as 10 preferidas para se trabalhar, segundo pesquisa do Brainstorm#9, estou novamente trabalhando com gente muito foda e clientes bem bacanas, como Unilever (AXE e Rexona Men), Pepsico (Doritos) e Google.

Esta semana, recebi uma grande notícia: o trabalho Mil Casmurros, que você vê aí em cima, levou um Leão de Ouro em Cannes, o mais prestigiado prêmio da publicidade mundial. Na estreante categoria de Relações Públicas. Ou seja, sou um publicitário, formado em jornalismo, premiado em relações públicas. Ainda bem que o diploma não é obrigatório, né?

P.S.: a todos, peço o favor de que confiram a ficha técnica de Mil Casmurros, para ver a quantidade de gente que fez esse negócio acontecer. A tendência seria dar especial atenção ao Mauro Silva e ao Menezes, que efetivamente criaram a ação. Porém, esse é daqueles projetos que, de verdade, se tirasse qualquer peça fora, ele não teria acontecido.

Mirella ao computador

Para todos remotamente interessados, não há de ser novidade. Porém, ainda assim merece o registro: desde o último domingo, a srta. Mirella Nascimento trocou a valorosa capital gaúcha pela terra da garoa e, agora, coabita este diminuto apartamento comigo.

Depois de oito anos de RBS, deixa a edição do ZH Moinhos para ser editora júnior no G1, ou seja, deixa a filial para prestar seus serviços à matriz. Ficamos, agora, na expectativa da chegada da mudança, que deve ser responsável por, enfim, tornar este habitáculo em um lar, munido de ítens básicos de sobrevivência como uma cama de verdade e panelas. Quem sabe, então, tomarei coragem de tirar fotos do dito cujo para dividir com quem as solicita.

Iceland Whatever Hotshop

Enviado hoje, para todos os funcionários da CUBOCC:

Pessoal, o ar condicionado da sala do servidor esta com problemas, entao para evitarmos danos no servidor mantenham todos os outros ligados os ventiladores onde estiverem e as janelas fechadas.
Isso é provisorio…quem vier trabalhar no feriado traga blusa.

Acho que vou me mudar pra agência enquanto durar o “provisório”.

(foto por Lou Martins)

Da janela do apê

Enfim, estou de casa nova. Ou apartamento, para ser bem específico. E esta vista do belo prédio do Centro Brasileiro Britânico é o que se enxerga da minha nova janela.

Ainda que tenha trocado de bairro – da Vila Madalena para Pinheiros -, na verdade estou a coisa de quatro quadras de distância da morada antiga. De morador de uma comuna em uma mansão digna de uma pornochanchada, passei a exclusivo morador de um diminuto apartamento de 40 m² ainda precisando de uma série de utensílios e móveis.

As próximas semanas serão de dar ordem à bagunça, começar a mapear e controlar os gastos, e comprar alguns itens de necessidade básica, começando por uma cadeira de escritório para o meu quarto, antes que eu acabe arranjando um problema de coluna. Muita diversão e confusão me esperam.

Chuva, enfim

Entre o Twitter, conversas no MSN e listas de discussão, e a atividade lá no site de Rexona, desnecessário dizer que não morri. Mas quanto à falta de posts por aqui ou qualquer outro de meus blogs, a explicação é tão simples quanto estapafúrdia: o calor.

Sem ar-condicionado, ao chegar em casa não havia força de vontade nesse mundo para sentar em frente ao computador e ainda querer produzir alguma coisa. Mas, enfim, a chuva chegou, regou as plantas e refrescou a cidade. E depois de um sábado dedicado a botar o sono em ordem, o domingo apresentou-se dia produtivo, de organizar arquivos, planejar a mudança e, até, escrever em blogs.

Opa, mudança? Sim, mudança. Nesta segunda-feira, se Murphy e a burocracia de DOIS bancos permitirem, concretizarei minha mudança. Da mansão digna de pornochanchadas setentistas, passarei a habitar um minúsculo apartamento de 40 m², em frente ao Centro Brasileiro Britânico. Tudo para não mais sofrer as agruras de ter roommates.

Ou seja, pelos próximos meses, notícias não devem faltar para atualizar este cantinho aqui. Além disso, ainda estou devendo maiores detalhes sobre três viagens – a volta de POA para Sampa de carro, e idas a Santos e Campinas -, bem como breves comentários sobre coisas que tenho lido e assistido. Aos poucos, creio, o ritmo retorna ao normal por aqui.

CUBOCC

Sim, houve um certo hiato por aqui, não inteiramente sem razão. Imagino que a meia dúzia de leitores daqui já saiba, mas o fato é que no início de dezembro passado, depois de quase dois anos, eu saí da LiveAd. Sentindo a necessidade de encarar novos desafios, de sair da minha área de conforto, achei que era hora de mudar de ares um pouco.

Antes de maiores movimentações em busca de um novo emprego, no entanto, me dei ao luxo de tirar um mês de férias para voltar a Porto Alegre, participar dos festejos de fim de ano perto de amigos, família e Mirella. Razão pela qual não faria muito sentido atualizar um blog dedicado à minha vida em Sampa.

Agora, no entanto, como meus seis leitores também já devem saber, estou de volta em São Paulo e devidamente empregado. Desde o dia 20 de janeiro, estou trabalhando na área de mídias sociais da CUBOCC – ou Cubo, como todos a conhecem. Deixei a inestimável companhia do mito das mídias sociais Ian Black para trabalhar junto do não menos lendário Guilherme “Papo de Homem” Valadares.

Caixa/cubo

E ainda dei a sorte de entrar na agência a tempo de ganhar essa simpática caixinha aí de cima, presenteada a todos os funcionários da agência, recheada com alguns agrados deveras legais.

Agrados

Agora, devidamente acomodado em meu novo emprego, recomeço o trabalho de me tornar um efetivo morador paulistano. O próximo passo é voltar a fazer atividades físicas com frequência. Mais especificamente, matricular-me na Kyokushin Pinheiros e retomar minha promessa de chegar, ao menos, à faixa verde.

Desculpem a falta de posts por aqui, mas é que as coisas andavam meio insanas. E garanto que pelo menos 90% da minha audiência tem notícias minhas com freqüência através de instant messenger, Twitter e assemelhados.

De qualquer forma, agora que não estou mais trabalhando na LiveAD – mais sobre isso num próximo post, depois que eu botar meus RSS em dia – e estou curtindo umas férias em Porto Alegre, os posts em todos os meus blogs devem voltar a florescer. Enquanto isso, aproveito o espaço aqui do blog para apresentar-lhes a outro dos bons amigos que fiz nesse tempo em São Paulo, alguém de quem muitos já devem ter ouvido falar mas poucos conhecem: mr. Ian “Enloucrescendo” Black.

Meu antigo colega de planejamento online na Live e mito das mídias sociais está participando de uma promoção da LG, na qual está prestes a ganhar um notebook novinho em folha. Para isso, ele precisa completar uma série de tarefas e ficar à frente de seus competidores. A última delas envolve disseminar um vídeo ri-dí-cu-lo dele dançando “What a Feeling” em blogs alheios.

Assim, achei que era uma boa oportunidade de ajudar o amigo ao mesmo tempo em que o apresento de maneira adequada aos leitores que ainda persistem por aí. Abaixo, o “Ctrl+C/Ctrl+V” do texto, conforme suas instruções.

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O VÍDEO MAIS RIDÍCULO DO MUNDO

Estou ajudando o Ian Black para ele ganhar o Desafio LG , e por isso estou divulgando o vídeo RIDÍCULO dele dançando o tema do FLASHDANCE:

Quem quiser ajudá-lo, basta seguir as instruções no Enloucrescendo.