Uma freqüente reclamação feita pelos que ficam, em relação àqueles que mudam-se de cidade, é de começarem a falar de pessoas exclusivas de seu novo mundo como se fossem conhecidos de longa data. Além disso, o Emiliano diz achar que estou morando em um aparelho do MR8, devido à falta de pessoas nas fotos de casa.
Assim, começo a apresentar-lhes as pessoas mais constantes nesta minha vida paulistana. E nada mais justo e inevitável do que fazê-lo começando pelo Gabriel, o rapaz tão bem retratado na fotografia acima, de autoria de Pedro Jansen.
Quando entrei na Live, há mais de um ano, ele era um ser um pouco misterioso, o psicólogo que vivia viajando para fazer pesquisas e cujo trabalho eu não compreendia inteiramente. Mal sabia eu que tínhamos estudado no João XXIII na mesma época, que ele era primo do Beto, e que tínhamos vários amigos em comum (23, segundo o Orkut).
Além disso, é certamente o principal culpado por hoje eu estar em São Paulo, e por morar nesta casa. E, claro, minha fonte oficial de motorização na cidade (seja em caronas para a Live, ou em empréstimos automotivos para deslocamentos eventuais, devidamente retribuidos na forma de frete ou ajuda na gasolina).
Nos próximos dias, tento arranjar fotos igualmente boas do Gui e da Carol, para apresentá-los a vocês. Se não conseguir, dou um jeito de o Pedro vir dormir aqui um dia, e fazer isso por mim.

2 Comentários
Uma freqüente reclamação feita pelos que ficam, em relação àqueles que mudam-se de cidade, é de começarem a falar de pessoas exclusivas de seu novo mundo como se fossem conhecidos de longa data.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA!
será um imenso prazer, ainda mais se tiver chopp no Filial antes. \o/