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Mirella ao computador

Para todos remotamente interessados, não há de ser novidade. Porém, ainda assim merece o registro: desde o último domingo, a srta. Mirella Nascimento trocou a valorosa capital gaúcha pela terra da garoa e, agora, coabita este diminuto apartamento comigo.

Depois de oito anos de RBS, deixa a edição do ZH Moinhos para ser editora júnior no G1, ou seja, deixa a filial para prestar seus serviços à matriz. Ficamos, agora, na expectativa da chegada da mudança, que deve ser responsável por, enfim, tornar este habitáculo em um lar, munido de ítens básicos de sobrevivência como uma cama de verdade e panelas. Quem sabe, então, tomarei coragem de tirar fotos do dito cujo para dividir com quem as solicita.

Desculpem a falta de posts por aqui, mas é que as coisas andavam meio insanas. E garanto que pelo menos 90% da minha audiência tem notícias minhas com freqüência através de instant messenger, Twitter e assemelhados.

De qualquer forma, agora que não estou mais trabalhando na LiveAD – mais sobre isso num próximo post, depois que eu botar meus RSS em dia – e estou curtindo umas férias em Porto Alegre, os posts em todos os meus blogs devem voltar a florescer. Enquanto isso, aproveito o espaço aqui do blog para apresentar-lhes a outro dos bons amigos que fiz nesse tempo em São Paulo, alguém de quem muitos já devem ter ouvido falar mas poucos conhecem: mr. Ian “Enloucrescendo” Black.

Meu antigo colega de planejamento online na Live e mito das mídias sociais está participando de uma promoção da LG, na qual está prestes a ganhar um notebook novinho em folha. Para isso, ele precisa completar uma série de tarefas e ficar à frente de seus competidores. A última delas envolve disseminar um vídeo ri-dí-cu-lo dele dançando “What a Feeling” em blogs alheios.

Assim, achei que era uma boa oportunidade de ajudar o amigo ao mesmo tempo em que o apresento de maneira adequada aos leitores que ainda persistem por aí. Abaixo, o “Ctrl+C/Ctrl+V” do texto, conforme suas instruções.

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O VÍDEO MAIS RIDÍCULO DO MUNDO

Estou ajudando o Ian Black para ele ganhar o Desafio LG , e por isso estou divulgando o vídeo RIDÍCULO dele dançando o tema do FLASHDANCE:

Quem quiser ajudá-lo, basta seguir as instruções no Enloucrescendo.

Mirella se va

Ela não chegou a escrever isso na porta do banheiro, mas deixou alguns pedaços pelo caminho que servem igualmente de lembrança. No caminho de Santiago (no Chile, não de Compostela), dna. Mirella fez tão breve quanto agradável escala na capital paulista, para onde desde já começo a campanha para trazê-la, tão cedo quanto lhe for conveniente.

Normalmente prolixa em suas fotografias, desta vez resolveu abster-se da prática e, por isso, não temos documentação de nosso domingo cultural. Impressões que ficaram:

  • Duchamp, no MAM: confirmou a sensação que tinha de tratar-se de alguém que esteve sempre à beira de fazer algo genial, porém não conseguia dar um sentido ao que fazia. Para mim, sua persona é muito mais interessante que sua obra artística.
  • Bossa na Oca: o espaço impressiona. Há uma série de soluções interessantes para dividir os ambientes, materiais e personagens. No entanto, o tom da exposição é um pouco reverente demais, e o número de vídeos, excessivo e cansativo. Saí de lá praguejando contra o Itaú Cultural por não ter feito um DVD com todos os vídeos e colocado a venda na saída do local.
  • Hamlet, por Wagner Moura: merece um post só seu, mas o resumo da história é que é bom pra caralho. Mesmo para quem, como eu, não gosta de teatro e/ou tem preconceito contra montagens de Shakespeare em português.

Passado o domingo cultural, sobrou tempo apenas para um breve passeio pela Vila Madalena, na segunda-feira, antes de sua carona chegar e levá-la para a Serra da Mantiqueira Cantareira, onde passará a noite em companhia do pai. Amanhã, bem cedinho, destino Guarulhos, com direção a Santiago (sim, no Chile). Mas no fim do mês, nos vemos novamente, agora em Porto Alegre, para uma festança de aniversário que promete muita confusão.

mr. rosemberg

Uma freqüente reclamação feita pelos que ficam, em relação àqueles que mudam-se de cidade, é de começarem a falar de pessoas exclusivas de seu novo mundo como se fossem conhecidos de longa data. Além disso, o Emiliano diz achar que estou morando em um aparelho do MR8, devido à falta de pessoas nas fotos de casa.

Assim, começo a apresentar-lhes as pessoas mais constantes nesta minha vida paulistana. E nada mais justo e inevitável do que fazê-lo começando pelo Gabriel, o rapaz tão bem retratado na fotografia acima, de autoria de Pedro Jansen.

Quando entrei na Live, há mais de um ano, ele era um ser um pouco misterioso, o psicólogo que vivia viajando para fazer pesquisas e cujo trabalho eu não compreendia inteiramente. Mal sabia eu que tínhamos estudado no João XXIII na mesma época, que ele era primo do Beto, e que tínhamos vários amigos em comum (23, segundo o Orkut).

Além disso, é certamente o principal culpado por hoje eu estar em São Paulo, e por morar nesta casa. E, claro, minha fonte oficial de motorização na cidade (seja em caronas para a Live, ou em empréstimos automotivos para deslocamentos eventuais, devidamente retribuidos na forma de frete ou ajuda na gasolina).

Nos próximos dias, tento arranjar fotos igualmente boas do Gui e da Carol, para apresentá-los a vocês. Se não conseguir, dou um jeito de o Pedro vir dormir aqui um dia, e fazer isso por mim.