aonde o autor se apresenta e reclama das cobranças

vista do quarto

É engraçado como certos fatos têm um significado tão universal que, invariavelmente, despertam o mesmo tipo de reação em todas as pessoas. Faz apenas cinco dias que cheguei a São Paulo, mas já posso afirmar com razoável confiança que ir morar em outra cidade é um destes fatos. Em algum momento, todo mundo com quem falo ataca com a inescapável dúvida: “como estão as coisas?”

Como não sou papagaio para ficar repetindo a mesma coisa algumas dezenas de vezes, ou adicionando um bando de gente no cabeçalho dos e-mails, pareceu-me que a criação de mais um blog talvez fosse a maneira mais adequada de saciar a curiosidade alheia. Desta forma, e aproveitando-me de que um blog com endereço tão óbvio ainda não havia sido reclamado junto ao WordPress.com, aqui estou.

Mas e aí, como estão as coisas?
O pior desta situação toda – e razão para ter enrolado por dois parágrafos – é não ter muito o que contar. Desde que cheguei, minha rotina tem sido casa-trabalho-casa, com uma única exceção aberta na última quinta-feira para ir à Tok&Stok comprar um suporte para cortina de banheiro, bem como a própria.

Inclusive, outra notícia que tenho é que minha câmera digital, já há algum tempo reticente, resolveu desistir de funcionar depois apenas da terceira foto tirada após a minha chegada, de maneira que a única coisa que se salvou foi a imagem a ilustrar este post, tirada pela janela do meu quarto.

Assim, por ora, o máximo que posso oferecer a quem ainda não veio me visitar é uma breve descrição de onde vim parar. Estou morando em uma bela e enorme casa na Vila Madalena (pertinho do horrendo Instituto Tommie Ohtake), com mais três roomies: Gabriel – colega na LiveAd -, Guilherme – colega de Grupo Box – e Carol – amiga de ambos que não conhecia antes de vir pra cá. Moro, como fazia em Porto Alegre, numa edícula, podendo escolher mais facilmente entre a privacidade e quietude do meu quarto, e a socialização e diversão do resto da casa.

Estamos, todos, ainda em processo de mudanças, e a casa está em constante estado de mutação. Não é raro voltar do trabalho e descobrir a chegada de um enorme sofá e conseqüente redecoração de toda a sala de estar. Ou mesmo de uma gata, de propriedade da Carol e que, de maneira relutante, começa a se tornar parte de nosso dia-a-dia (e por minha insistência em combater sua relutância, ela já me condecorou com alguns vários arranhões nas mãos).

Hoje de manhã, como parte do trabalho, fui à USP para acompanhar os treinos gratuitos que a Nike está oferecendo para quem quiser se preparar para correr a Human Race no dia 31/08. Aos poucos, vou me encontrando geograficamente, conhecendo as redondezas e os meios de transporte, e descobrindo São Paulo. Com sorte, em breve, terei coisas realmente legais para lhes contar. Então, até lá.

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