Como a aurora precursora

sacola

Pesaroso com a notícia da morte do sr. Marcello Zaffari, neste domingo ouvi o chamado do Rio Grande e resolvi que mostraria meu valor, sem me dobrar às imposições desta nublada capital paulistana.

Primeiro, saí para almoçar decidido a comer churrasco. Infelizmente, a batalha por encontrar uma churrascaria minimamente próxima de casa e com preço em conta foi infrutífera. Resignado, acabei por me satisfazer com uma picanha grelhada, acompanhada de maionese, num restaurante do shopping Iguatemi.

cacetinhos

Não satisfeito, e precisando renovar meus mantimentos, resolvi encarar a viagem de sete quilômetros ao shopping Bourbon Pompéia, para fazer um rancho no Záffari (assim mesmo, com acento). Em homenagem ao falecido presidente, desta vez fiz questão de comprar o máximo de produtos tipicamente gaudérios que faziam sentido às minhas necessidades, deixando tudo devidamente registrado ao chegar em casa.

Cacetinhos, cuca, Pastelina, doce de leite Mu-Mu, amanteigados Stoffel, leite e laticínios Santa Clara, está tudo no meu Flickr, para quem quiser conferir. Ao contrário do que já ouvi alguns afirmarem, novamente não vi cerveja Polar sendo vendida (o que, de maneira alguma, me deixa triste). Também, a famosa mostarda do Rib’s estava em falta, e continuo achando uma lástima que o excelente pão da Taauge não chegue até aqui.

biscoitos

Não tirei fotos do supermercado, em si, por duas razões: primeiro, porque não queria ficar carregando um trambolho de máquina fotográfica e, segundo, porque ele se parece com qualquer Zaffari que vocês já tenham visto. O que provavelmente farei, uma hora dessas, para mostrar aos que não conhecem, é tirar uma foto de um Pão de Açúcar, Compre Bem ou equivalente, para terem idéia da bagunça e sujeira que lá se encontra.

E agora, com licença, que vou lá comer um pouco de Sorvelândia de Papaya.

Anúncios

6 comentários sobre “Como a aurora precursora

  1. Bom.. tudo muito bacana.. Mas acho pouquíssimo provável que tenhas pedido cacetinhos na padaria em São Paulo. da mesma forma como garanto que deves moreder a língua no balcão das confeitarias, louco para pedir um negrinho, sem poder largar a palavra maldita.

  2. RONALDO: o negrinho não é problema, pois só costumo comer o que eu mesmo produzo.

    já o cacetinho, de fato, nunca o pedi. no próprio Záffari, onde ele recebe o nome adequado, eu preferi pedir pão francês por estar cercado de paulistas e temer ser ridicularizado pelo pedido.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s